Sentido

 

(Foto: Michelle Ferraz)
(Foto: Michelle Ferraz)

Em uma fração simultaneamente diminuta, infinita e mágica do tempo, você passa a perceber sentido nas coisas que sempre estiveram ali, mas às quais o olhar, pobre viciado, ainda não havia se dado à oportunidade de se curvar. Um sentido bom, daqueles que refrescam a alma como um toque de brisa leve no rosto depois de uma tarde quente. Então, você compreende que esse sopro não é privilégio dos que parecem ter nascido com sorte. Não. Antes, é presente e agora para quem aprende a sentir.
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De agosto de 2015.

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